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«Tony Judt – Historiador e Intelectual Público» de Rui Bebiano

Enquadramento


Apresentações do livro:
– Terça-feira, 10 de outubro de 2017, 18h00, Livraria Almedina Atrium Saldanha (Lisboa) | A sessão contará com a presença do autor e apresentação de Irene Pimentel e José Vítor Malheiros.


Terça-feira, 17 de outubro, 18h00, Almedina Estádio Cidade de Coimbra (Coimbra) | A sessão contará com a presença do autor e apresentação de António Sousa Ribeiro e  Maria Manuela Cruzeiro.

 


Sobre o livro

 A partir de uma observação da biografia e da obra do historiador britânico Tony Judt (1948-2010), Rui Bebiano analisa algumas das transformações relativas ao lugar e ao papel do intelectual público, desde o final da Segunda Guerra Mundial até à atualidade . Confronta-se aqui a possibilidade ou a necessidade de a história confluir, como saber e como representação com as grandes mutações de natureza política e cultural e com os dilemas e opções que estas sempre levantam ou produzem. Em particular quando ocorrem em períodos mais recentes e quando se cruzam com escolhas cujo eco permanece. A propósito da intervenção e da escrita de Tony Judt, o autor enfatiza e valida o lugar, o trabalho e a necessidade do «historiador público», reequacionando o próprio conceito de história à luz da intervenção na contemporaneidade.

 


Nota biográfica sobre o autor

Rui Bebiano é historiador, professor de história contemporânea no Departamento de História, Arqueologia e Artes da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e investigador do Centro de Estudos Sociais. Tem dirigido cadeiras, cursos e seminários no domínio da história político e cultural moderna e contemporânea. Publica desde 1971 artigos académicos e de opinião, crónicas, recensões críticas e ensaios distribuídos por jornais, revistas, dicionários e outras publicações.


Participou na década de 1980 na renovação dos estudos barrocos, escrevendo então ‘D. João V. Poder e Espectáculo’. Em 1997 doutorou-se com uma tese no campo da história das ideias – ‘A Pena de Marte. Discurso da guerra em Portugal e na Europa entre os séculos XVI e XVIII’ – que ganhou no ano seguinte o Prémio de Defesa Nacional. Foi colaborador da História de Portugal e da História Militar de Portugal, ambas editadas pelo Círculo de Leitores. Trabalha actualmente em temas de história cultural e política desde os anos cinquenta à actualidade, em particular no campo das construções utópicas, das práticas de exclusão e silenciamento, e das representações contemporâneas do passado. Publicou em 2003 ‘O Poder da Imaginação. Juventude, Rebeldia e Resistência nos Anos 60’.

Mais recentemente saíram ‘Anos Inquietos. Vozes do Movimento Estudantil em Coimbra (1961-1974)’ (em co-autoria com Manuela Cruzeiro) e ‘Do Activismo à Indiferença. Movimentos Estudantis em Coimbra’ (em co-autoria com Elísio Estanque). Acaba de publicar ‘Outubro’, um livro sobre o imaginário e o impacto simbólico da Revolução de 1917. É membro do conselho de redacção ou consultor de diversas publicações académicas e orientador de teses de mestrado e doutoramento. Dedicou-se também a temas de cibercultura e de história da leitura, tendo, entre 1996 e 2002, coordenado uma das primeiras publicações electrónicas em rede do espaço lusófono. Lançou em 2001 ‘Folhas Voláteis’, o primeiro volume de crónicas editadas originalmente em publicações electrónicas portuguesas. É ainda colaborador regular da revista LER. É, desde 17 de Junho de 2011, Director do Centro de Documentação 25 de Abril, da Universidade de Coimbra.

Fonte: «Tony Judt – Historiador e Intelectual Público» de Rui Bebiano

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