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O uso da dimensão social da memória como instrumento emancipatório em comunidades em situação de vulnerabilidade sociocultural

O Uso Da Dimensão Social Da Memória Como Instrumento Emancipatório Em Comunidades Em Situação De Vulnerabilidade Sociocultural

Seminário

O uso da dimensão social da memória como instrumento emancipatório em comunidades em situação de vulnerabilidade sociocultural

Diana Bogado (Museu das Remoções da Vila Autódromo)

18 de janeiro de 2019, 16h00 – CES | Lisboa
Apresentação
Este seminário relata de uma pesquisa é uma breve reflexão a respeito do processo recente de transformação da cidade de Lisboa observada durante o ano de 2018 com foco nos impactos destas mudanças para a questão da moradia. A “Lisboa da moda” assume novos significados e “novas centralidades” no marco da lógica neoliberal de gestão do território, cujas consequências para as populações de baixa renda são violações do direito à moradia e à cidade. A pesquisa-ação desenvolvida de março de 2018 a Janeiro de 2019 junto aos movimentos sociais locais, mais precisamente junto ao coletivo Stop Despejos, consiste na tentativa de contribuir para a luta de resistência das comunidades estudadas a partir do uso da memória social como elemento de dinamização popular para efetivação do direito à moradia, à cidade e à vida.

Nota biográfica

Diana Bogado é doutora em arquitetura pela Universidade de Sevilha; cocriadora e cogestora do Museu das Remoções da Vila Autódromo no Rio de Janeiro, pesquisadora pós-doutoral no CES-UC, Universidade Coimbra, e apresenta sua pesquisa-ação realizada durante o ano de 2018 junto ao movimento social pelo direito à moradia adequada em Lisboa.

Fonte: O uso da dimensão social da memória como instrumento emancipatório em comunidades em situação de vulnerabilidade sociocultural

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