Contra-natura – the Good, the Bad and the Monster

Inauguração oficial: 18 de maio de 2018, 16h30

Resumo

A imagem do monstro tem sido historicamente utilizada para representar perigo, anormalidade, pecado. Antes mesmo dos anjos, os monstros já eram vistos como mensageiros anunciando catástrofes, como tempestades e outros eventos dramáticos e inexplicáveis. Através dos tempos e em muitos contextos culturais, os monstros congregam aquilo que é ininteligível, impensável, invisível, inesperado, mostrando o que se esconde na, e para além da, Natureza.

A Exposição «Contra-natura – the Good, the Bad and the Monster» reúne trabalhos de um conjunto de ilustradoras/es da Europa do Sul. Nestas obras surgem monstros que nos inquietam, que desassossegam verdades tomadas por adquiridas, que colocam desafios à normatividade com que se olha o quotidiano. Através do recurso ao onírico e ao imaginário, as técnicas e cores utilizadas convidam-nos a olhar sem pressa as criaturas que nos devolvem o seu próprio olhar, sugerindo que porventura a monstruosidade mais assustadora é a imposição de uma normalidade.

Artistas:
Rita Roque, 1984. Porto (PT)
Elia Nadie, 1986. Trento (IT)
Mister Fields, 1971. Lisboa (PT)
Martina Manya, 1983. Lisboa/Barcelona (PT/CAT)
Sergio Condeço, 1968. Lisboa (PT)

No âmbito do projeto INTIMATE – Citizenship, Care and Choice: The Micropolitics of Intimacy in Southern Europe

Fonte: Contra-natura – the Good, the Bad and the Monster

Article written by Carlos Ferreira

Formador em TI, criou a WEBNUCLEO, uma micro empresa com perfil de consultora na área da gestão e publicação de conteúdos web. Acumula experiência e conhecimento na implementação de soluções com plataformas como o WordPress, Joomla, Open Journal System e Open Monograph Press.

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